Zumbis

Todos jogos de zumbis pra PC.

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Todos jogos de zumbis pra PC.

Mensagem por |Neto| em Sab Fev 07, 2009 9:08 pm

City of the Dead

"City of the Dead" é um jogo dirigido por George A. Romero, criador de filmes de horror como "A Noite dos Mortos-Vivos", e produzido pela Kuju Entertainment. O game, que promete incorporar o clima dos filmes do diretor, é um jogo de tiro em primeira pessoa e os inimigos, naturalmente, são zumbis atrás de carne fresca.

O protagonista será interpretado por Tom Savini, ator de "Um Drink no Inferno" e renomado maquiador para filmes de horror. A Kuju Entertainment capturou a rosto do ator para compor o personagem William "Red" McLean, que terá suas falas dubladas por Savini.

O enredo de "City of the Dead" começará com quatro sobreviventes tentando escapar de uma cidade infestada de zumbis e alcançar um helicóptero de resgate. Após chegar a uma ilha remota, um acidente destrói a aeronave. Mal sabiam os personagens que a ilha esconde uma base militar secreta, tomada pelos zumbis. Armados com equipamentos futuristas, eles tentarão sair com vida do local.

Além do modo de um jogador, haverá modalidades multiplayer: cooperativo com tela dividida, online para até quatro participantes ou "Party Game". Os usuários poderão tanto jogar como humanos ou como mortos-vivos.

A carnificina de "City of the Dead" terá versões para PS2, Xbox e PC.



Land of the dead - Road to fiddler's green

"Terra dos Mortos", filme do diretor George A. Romero, é mais uma das produções de Hollywood que se prepara para enveredar pelo terreno dos jogos eletrônicos. Em "Land of the Dead: Road to Fiddler's Green", a idéia é levar todo o terror visto nas telonas até o Xbox e o PC, com muita ação e tiros em primeira pessoa.

O objetivo é salvar não apenas a sua própria pele, mas também a de várias pessoas que vêm sendo dizimadas por um exército de mortos-vivos que está espalhando uma verdadeira praga zumbi. O protagonista é o fazendeiro Jack, que eventualmente se junta a outro sobrevivente, Otis, em nome da sobrevivência.

A cidade Fiddler's Green é o último refúgio de uma população assolada pelos mortos-vivos. Além de sobreviver à ameaça, será preciso descobrir um meio para detê-la, seja ele qual for. Isso inclui, certamente, usar e abusar de um belo arsenal que varia desde tacos de beisebol até rifles sniper.

Infelizmente, "Land of the Deads" não contará com as vozes do elenco, deixando de aproveitar talentos como Dennis Hopper e John Leguizamo, por exemplo.

Em um jogo como "Land of the Deads", ambientação é palavra-chave, por isso os zumbis serão mesmo feiosos e assustadores, de todos os tipos: homens, mulheres, magros ou gordos. Claro que certas características, com como os olhos brancos e a palidez da pele são naturais em todos. O sangue e o desmembramento não são poupados, por isso pode disparar entre os olhos do bastardo que os miolos dele efetivamente voarão pelos ares.

Desenvolvido pela Brainbox Games, estúdio da Digital Extreme, através da tecnologia Unreal Engine, o jogo explorará bastante a atmosfera de horror do filme, com efeitos aterrorizantes. O multiplayer está confirmado, inclusive via Xbox Live (no caso do videogame da Microsoft), com as modalidades "deathmatch", "team deathmatch", "capture the flag" e "invasion", que podem ser disputadas em dez diferentes mapas.

"Land of the Dead: Road to Fiddler's Green" é um jogo para PC e Xbox.



Left 4 Dead

A Valve ficou famosa por seus constantes atrasos, mais ou menos como a Blizzard e a Id Software, com uma política de não se limitar a datas de lançamento enquanto seus jogos não pareçam bons o suficiente - que digam os fãs que esperaram ansiosamente por anos até colocar as mãos em "Half-Life 2". Mas o ritmo lento parece ter ficado para trás após o lançamento do Steam, serviço de venda de jogos e conteúdo online. Como uma popular plataforma de distribuição, a produtora encontrou uma verdadeira máquina de imprimir dinheiro e, mesmo trabalhando em conjunto com outras fornecedoras, viu a necessidade de agilizar sua produção de jogos próprios para aumentar seu acervo e presença na mídia.

A Valve, então, acionou seu motor gráfico proprietário, o Source, que serviu como base não só para "Half-Life 2", mas para outros produtos derivados, como as expansões "Episode 1" e "Episode 2", o incrivelmente popular "Counter-Strike: Source" e "Day of Defeat: Source". Da tecnologia também nasceram dois jogos inéditos sensacionais, "Portal" e "Team Fortress 2", lançados no ano passado, o que provou que mesmo em o ritmo acelerado - ao menos para os padrões da empresa - boas coisas estavam saindo.

Com esta seqüência de sucessos, as expectativas em torno de "Left 4 Dead" foram lá em cima. E, mesmo utilizando o mesmo artifício de aproveitar o Source, que já começa a mostrar a idade, a Valve conseguiu cumprir sua meta e entregar um jogo com multiplayer cooperativo inovador, em um clima de terror bastante envolvente.

Noite dos mortos-vivos

Apesar da proposta de inovar o esquema de cooperação entre os jogadores, "Left 4 Dead" não parece ter outras grandes ambições. Não há uma grande história por trás da ação, apenas um cenário genérico de infestação de zumbis, que bebe em fontes clássicas como os longas do diretor George A. Romero, em produtos mais recentes como o filme "Extermínio" e traz até mesmo referências à série "Resident Evil". Também não há maiores preocupações com críticas sociais, constantes nas obras que serviram como referência, ou mesmo um roteiro elaborado com uma série de reviravoltas.

Tudo gira em torno da luta pela sobrevivência e da camaradagem. São quatro protagonistas: Bill, um veterano de guerra; Francis, um motoqueiro; a estudante Zoey; e o executivo Louis. No modo single-player, o jogador encarna um deles enquanto o computador controla os outros três durante as missões, que foram divididas entre quatro campanhas que imitam filmes (com direito a pôster e tudo mais): No Mercy, em um cenário urbano nas imediações de um hospital, Dead Air, que se passa em um aeroporto, Death Toll, que segue até um porto, e Blood Harvest, com uma investida em uma fazenda. São cenários criados para esconder criaturas em todos os cantos, mas que poderiam ter mais variedade e, principalmente, maior quantidade, mas é um fator de menor importância diante da tensão e imprevisibilidade da dinâmica.

Com os controles em mãos, "Left 4 Dead" funciona como jogo de tiro em primeira pessoa comum, em que você deve abrir caminho entre as hordas de mortos-vivos na base da bala, utilizando pistolas, espingardas e metralhadoras. Mas é necessário trabalhar em conjunto com seus aliados para escapar inteiro, pois em determinados momentos as ondas de inimigos são simplesmente gigantescas e sufocantes - sem contar os monstros que têm alguns poderes especiais e requerem uma sincronia mais apurada para serem despachados.

O fato de poder avistar seus companheiros através das paredes - as silhuetas dos quatro heróis brilham para indicar sua posição - é um sinal claro da importância de avançar de forma ordenada para obter sucesso. Em certos ataques, com dezenas de zumbis correndo em sua direção e até mesmo escalando muros e saltando de telhados para te devorar, é um alívio ver alguém limpando sua barra justamente naquele momento em suas balas acabam e você tem que perder segundos vitais para recarregar.

Inimigos dinâmicos

O computador até faz um trabalho decente no modo para um jogador, mas é óbvio que "Left 4 Dead" foi feito para ser jogado em times de seres humanos. O próprio comportamento da inteligência artificial, chamada de Director, foi moldado levando em conta o entrosamento (ou sua falta) em times formados por quatro pessoas reais para posicionar os inimigos de formas diferentes durante as partidas. Assim, caso você resolva jogar certo cenário novamente, não saberá de onde os monstros irão sair ou como irão atacar. E este balanceamento também ocorre no decorrer da ação, calibrando a quantidade de oponentes na tela de acordo com a performance do grupo, deixando tudo cada vez mais imprevisível e sufocante.

Além do modo cooperativo contra o computador, que tem suporte a partidas locais ou online, há também um competitivo, na forma do Versus para até oito participantes. Um grupo joga com os tradicionais heróis humanos enquanto o outro encarna os tais monstros especiais, que têm habilidades únicas como lançar carros ou vomitar um líquido tóxico. Os times então se revezam nestes papéis até o fim de cada campanha e ganha quem tiver mais pontos no final.



Stubbs the zombie - A rebel withou a pulse

Alex Seropian, um dos criadores de "Halo", deixou a Bungie com a tecnologia do jogo de tiro campeão de vendas do Xbox para criar sua própria empresa, a Wideload Games. O primeiro produto de sua nova companhia não é mais um jogo de tiro futurista, mas um "Resident Evil" às avessas: você controla o zumbi Stubbs (que poderia ser traduzido livremente como "Cotoco") em sua missão de comer cérebros humanos.

Misturando um senso de humor negro com o visual e inteligência artificial de "Halo", "Stubbs the Zombie in Rebel without a Pulse" coloca o anti-herói morto-vivo em sua jornada pela cidade de Punchbowl, no estado americano da Pensilvânia. Construída na administração do presidente Eisenhower, essa cidade foi feita para "demonstrar a tecnologia do século 21".

Enquanto Stubbs conta apenas com sua grande resistência contra dano, uma grande fome de cérebros e a capacidade de arremessar seus orgãos, seus oponentes vão de fazendeiros a cientistas malucos, passando até por cantores. Felizmente, Stubbs conta com uma das mais importantes armas dos zumbis: a habilidade de transformar pessoas em aliados mortos-vivos.

Os poderes de Stubbs incluem a capacidade de derrubar portas, enviar sua mão como um batedor tele-guiado para possuir pessoas, usar a cabeça como bola de boliche e, talvez sua mais terrível arma... a flatulência mais podre já vista em um game.



Continua no próximo post.

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Re: Todos jogos de zumbis pra PC.

Mensagem por |Neto| em Sab Fev 07, 2009 9:15 pm

Continuação (não ia caber tudo em um post só).

Hellforces

Enquanto experimentava com fonte de energia alternativas, o biofísico Henry Alfred Cole encontrou uma maneira de extrair a alma de um corpo humano e transformá-la em eletricidade - só que o corpo da vítima é transformado em um zumbi. Criaturas infernais se aproveitavam do vácuo deixado, mudando radicalmente a essência do seu hospedeiro.

No meio da confusão, Baphomet, um demônio de outra dimensão, se instalou em um corpo abandonado e usou sua influência para criar o Culto de Lúcifer. Seu objetivo: abrir um portal para trazer o mestre do submundo até o nosso planeta. Satanistas de todo o mundo se unem à sua causa.

Você entra na confusão enquanto procura um amigo desaparecido, que tinha um encontro com a seita um dia antes de sumir. Ele investigava o culto e já era um alvo de seus seguidores. A verdade sobre o amigo será encontrada na mansão do biofísico.

"Hellforces" terá 20 cenas não-interativas, 45 personagens para interação, 24 armas diferentes e muitos equipamentos especiais como visão noturna, binóculos, sensor de movimento e outros. Todos eles serão importantes na luta contra os infinitos monstros, que infestam essa aventura frenética.



[b]Editei o post e reduzi a imagem pois tava gigantesca e desformatando todo o tópico. Cara tu podia já fazer isso né, pois toda hora tenho que editar e reduzir tuas imagens. até o imageshack tem uma opção de reduzir ... abragabri


Sam & Max Season 2: Night of the Raving Dead

"Night of the Raving Dead" abre de maneira espetacular, já pela metade, com nossa dupla de heróis presa pelo vilão Jurgen, um vampiro emo alemão. Os dois então tentam se lembrar como se meteram nesta confusão e a ação começa a se desenrolar em um flashback, com direito a uma introdução que homenageia, assim como o título, o clássico "Noite dos Mortos-Vivos", de George A. Romero.

Tudo começa assim que um zumbi invade o escritório dos detetives e rouba a mão direita do lendário pistoleiro Jesse James, um dos troféus que enfeita o lugar. Só assim eles percebem que um grande ataque de zumbis está ocorrendo na cidade e recebem a missão de investigar o que está acontecendo. Eles têm a pista de que tudo está relacionado a um lugar chamado "The Zombie Factory" - que pode ser um local onde se fabricam zumbis, ou onde zumbis trabalham ou simplesmente uma fábrica zumbi. E, no meio de todo este caos, figuras queridas da série ganham destaque como Sybil,o agente Superball e Flint Paper, além de citações a jogos famosos como "Resident Evil" e até mesmo o jurássico "Paperboy", que aparece como um minigame um tanto quanto fajuto.

O que parece é que os desenvolvedores seguiram o caminho oposto ao do episódio anterior: resolveram partir para referências, digamos, mais universais e apontaram suas metralhadoras para todas as direções. Tudo então parece ter se diluído um pouco, com um humor menos implacável e freqüente, com muitas piadas recicladas do filme "O Jovem Frankenstein", clássico de Mel Brooks, por exemplo. Só não dá para saber se foi intencional ou não, talvez uma forma de uma grande homenagem.

De qualquer forma, os enigmas continuam fortes e divididos em uma série de segmentos, funcionando em cadeia, que requerem uma boa dose de criatividade e paciência para serem solucionados, mesmo para os veteranos da série.

A direção de arte, ao contrário do humor, consegue aproveitar bastante as referências para criar um estilo visual único, desde o design de Jurgen, o tal vampiro emo com um senso de estilo único, até os cenários, que misturam desde elementos góticos a temas de festas rave. A dublagem, como sempre, é um ponto alto, onde os desenvolvedores tiram um sarro dos europeus com fortes sotaques, ainda que não tenham escrito piadas realmente impagáveis para sustentá-lo.



Evil Dead: Regeneration

Jogos baseados em filmes já não são novidade para ninguém, mas "Evil Dead: Regeneration" é um caso um pouco diferente. Enquanto a maioria entra na onda dos filmes do tipo "arrasa-quarteirão", como "Homem-Aranha 2", ou, mais recentemente, voltam os olhos para clássicos lendários - estão sendo produzidos games baseados em "Scarface" e "O Poderoso Chefão" -, o jogo em questão foi buscar inspiração em um dos mais representativos filmes B do cinema americano.

Dirigido e produzido por Sam Raimi, o mesmo que viria a dirigir a franquia do "Homem-Aranha" nos cinemas, "A Morte do Demônio" trouxe um protagonista marcante e o ator que viveu o personagem nunca conseguiu se dissociar dele. Em "Evil Dead: Regeneration", o ator Bruce Campbell novamente dá vida a Ash, um cara que, definitivamente, não tem medo de cara feia.

Matando os morto-vivos

Enredo em filmes de zumbi é como pretexto para que apareçam as mais horripilantes criaturas. Em "Regenaration", Ash é enviado a um hospício para criminosos e o médico responsável pelo local, Dr. Vingo, está conduzindo estranhos experimentos usando a Necronomicon, o livro dos mortos popularizado pelo escritor H. P. Lovecraft.

Antes de ser enviado para o hospício, Ash está na cabana onde o livro maligno foi encontrado pela primeira vez. E ali, ele e o jogador aprendem como funciona o sistema de combate o game, muito similar aos vários jogos de ação com combate, como "Devil May Cry", um clássico do PlayStation 2. Quer dizer, o protagonista pode atacar com golpes corpo-a-corpo ou com armas de fogo.

Aqui o que importa é a ação, e o usuário não precisa se preocupar com munição ou recarga, pois o estoque de balas é infinito. O jogador pode escolher se quer matar um inimigo a sua escolha ou usar a mira automática, que é ativada com um apertar de botão. O aspecto mais interessante do sistema de combate são os golpes fatais.

Quando os inimigos estão prestes a morrer, eles emanam um brilho verde, sinal que o jogador pode aplicar um ataque de misericórdia. Nesse caso, Ash faz golpes cheios de estilo, para, no final, acabar com o sofrimento do oponente. Existem diversas dessas animações e, de vez em quando, a tela dá um destaque maior para o movimento, para o deleite dos espectadores. Felizmente, os oponentes não atacam durante esse golpe.

Não que a inteligência artificial deles seja melhor em outras situações. Como típicos zumbis, esqueletos e todo o tipo de morto-vivos, tudo que eles fazem é correr para cima do protagonista e tentar arrancar-lhe a pele. Alguns usam projéteis para tentar impedir Ash. De qualquer maneira, travar a mira e correr para os lados são suficientes para por fim à maioria dos adversários.

Além da serra elétrica e a espingarda

No hospício, Ash não conta, de cara, com a serra elétrica e a espingarda que o tornou famoso. Mas ele também não fica muito tempo com os equipamentos iniciais. Ao longo da aventura, novas armas serão incorporadas ao arsenal do herói, como um arpão que traz os inimigos para perto e um lança-chamas. Eles garantem a satisfação de dizimar os oponentes, mas, por outro lado, significa que o desafio é quase nulo. E, usando armas menos potentes, você se torna presa fácil para os zumbis.

Além das partes de matança, existem também algumas situações em que será necessário pular de plataforma em plataforma, mas o pulo estranho do personagem faz com que estas partes sejam bastante ineficientes, além de demonstrar uma grande quantidade de erros. Felizmente, esses lugares não aparecem com muita freqüência. Também há alguns elementos de exploração, para procurar itens que liberam alguns extras no game.

Ainda mais que nas batalhas, os quebra-cabeças começam a ficar repetitivos muito rapidamente. Depois de um tempo, recolher almas para a Soul Eater é nada além de desestimulante. O protagonista também pode assumir uma forma demoníaca, mas isso acaba sendo supérfluo, pois ele é usado em algumas situações, contra os chefes, por exemplo. Mesmo assim, esses monstros não são tão difíceis assim.

Puxa, mataram o Sam!

O subtítulo "Regeneration" parece fazer alusão ao segundo personagem, que acompanha Ash depois que sai do hospício. Esse baixinho - meio humano, meio deadite (zumbi) - atende pelo nome de Sam e é capaz de se regenerar mesmo que seu corpo se despedace num cortador de grama. Ele parece ser mais uma das piadas do produtor Sam Raimi e é dublado pelo irmão Ted Raimi.

Sam é responsável pelos momentos mais engraçados do game, porque Ash se aproveita de sua imortalidade para cometer os mais bárbaros atentados contra o infeliz. Vira e mexe ele é chutado - um legítimo tiro de meta - contra ventiladores, fornos e todo o tipo de lugares perigosos. Às vezes isso faz parte da resolução dos quebra-cabeças, mas na maioria das ocasiões é apenas uma sádica diversão.

Ash também pode controlar o corpo de Sam, que faz uso de sua estatura diminuta para entrar em locais estreitos, resolver alguns quebra-cabeças e realizar alguns serviços sujos. O final de sua missão é o mesmo reservado ao personagem Kenny de "South Park": as mais variadas e absurdas formas de morrer. Sam também serve para ser jogado contra os oponentes, que ficam impossibilitados de se defenderem.

O trabalho visual do game é um pouco irregular em termos de qualidade. Há bons cenários como o pântano e o templo, com estruturas complexas e visualmente agradáveis, ou o hospício, que tem um clima sombrio que combina com o game. Mas também existem ambientes sem inspiração, como o cemitério e as catacumbas, além de lugares simplesmente feios, como é o caso da Port Turnham.

Os personagens aparecem meio de longe no jogo e possuem detalhes suficientes para a situação. O que dá vida a esses modelos 3D são as animações, bastante amplas. Nas cenas não-interativas, a produtora optou por um grafismo mais cartunesco, que garante maior expressividade e ajuda na parte cômica.

O game pode parecer violento, mas, apesar de haver muito sangue e mutilações, tudo tem uma veia de humor. As representações gráficas não são realistas, mas também não são adequados a audiências muito novas.

A trilha musical é ínfima e os efeitos sonoros são apenas medianos. Mas as dublagens salvam o departamento de som. Bruce Campbell entende o personagem como ninguém e Ted Raimi tem uma boa química com Bruce. Seus diálogos dão vida nas cenas não-interativas e até nas conversas que ocorrem quando o jogador deixa os personagens parados. É uma piada atrás da outra, típico de shows de comédia estrelados por uma dupla. Ash faz comentários a cada nova área ou ações realizadas, e raramente as falas se repetem.



Continua no próximo post.

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Re: Todos jogos de zumbis pra PC.

Mensagem por |Neto| em Sab Fev 07, 2009 9:23 pm

Continuação.

Dead Rising

Aconteceu em 1978, no shopping de Monroeville, na Pensilvânia: quatro pessoas lutaram pela sobrevivência em meio a uma horda de zumbis. Protegidas pelas vitrines, elas eram o sonho de consumo de milhares de morto-vivos. Felizmente, o shopping oferecia tudo que eles precisavam para sobreviver e improvisar. Será?

George A. Romero pode não ser conhecido pelo grande público, mas para os admiradores do terror sua obra é obrigatória. "O Despertar dos Mortos" ("Dawn of the Dead") foi o segundo de uma série de filmes com temática de zumbis. Trinta anos depois, o enredo serve de base para uma nova investida da Capcom - e a primeira para Xbox 360 - no gênero horror e sobrevivência, bem diferente de "Resident Evil", carro-chefe da produtora.

Apesar de não esconder a inspiração, os produtores do game deixam claro que "Dead Rising" é uma produção sem vínculo com o filme e que não contou com a participação de Romero ou com o envolvimento com os detentores dos direitos autorais de "O Despertar dos Mortos".

Nasce um super-herói

Frank West e Peter Parker têm algumas coisas em comum: ambos possuem um senso apurado e são fotojornalistas. E o instinto de West diz que algo grande está acontecendo em Willamette, em Colorado. Alugando um helicóptero e munido somente de sua câmera, o intrépido consegue furar o bloqueio do exército que cerca a cidade e encontra um shopping infestado de zumbis. West não tem poderes de homem-aranha, mas como no filme de Romero conta com toda a modernidade que só um shopping pode oferecer. Também não é nenhum Jack Bauer, por isso, ao invés de 24, ele tem 72 horas para se manter vivo e solucionar esse mistério. Os eventos não ocorrem em tempo real.

"Dead Rising" vai pelo caminho oposto de "Resident Evil", então não espere sustos e aberrações aparecendo do nada. Basta descer a escada que dá acesso ao shopping para se ter uma idéia clara do que o jogador enfrentará: zumbis, muitos zumbis!! Se uma das promessas dessa geração de consoles era colocar milhares de inimigos numa mesma tela, aqui ela foi cumprida. O desafio não é descobrir a melhor tática para matar um ou dois vilões - os zumbis são bem lentos e só atacam quando bem próximos -, mas como passar por muralhas de corpos apodrecendo.

Em Willamette, no entanto, desmembrar um número recorde de zumbis é conseqüência de quem cumpre objetivo principal: ajudar os poucos sobreviventes. De maneira geral, as missões de resgate se resumem a levar uma pessoa ou grupo até a sala de segurança do shopping. Alguns estão assustados e precisam ser levados de mãos dadas ou até mesmo de cavalinho, outros vão ajudar no combate, o que influencia na dificuldade da missão. E nem sempre os zumbis serão a pedra no sapato. Há também aqueles que perderam um parafuso com a situação, outros que se tornaram psicopatas e até aqueles que juram de pé junto que você é zumbi.

Todas as missões estão representadas num arquivo que mostra a estrutura de fases do jogo. Resolva uma, para seguir para a próxima. O problema é que - como elas estão interligadas pelo enredo e pelo relógio interno da aventura - o jogo oferece uma única opção para salvar o progresso. Ao ser devorado por zumbis, o jogador pode recomeçar de seu único "save" ou iniciar o game do zero, mantendo a experiência conquistada ao morrer. Uma machadada na cabeça dos aventureiros perfeccionistas é um limitador num jogo aberto que oferece um shopping inteiro para explorar. Nem todo caso precisa ser completado. Caso o tempo acabe ou os acontecimentos levem a um beco sem saída, ele é classificado como "expirado", se não for essencial para a trama, o jogador pode ainda prosseguir.

Onde fica o banheiro, por favor?

Uma vez no shopping, a primeira coisa a se fazer é dar uma olhada no mapa e decorar onde ficam os banheiros. Isso porque, além da sala de segurança, aliviar a bexiga equivale a salvar o jogo. A partir daí o enredo "sério" é sufocado por situações cômicas, humor negro e muito sangue e pedaços humanos voando pela tela.

Com todas as lojas de portas abertas, realizar sonhos de consumo nunca foi tão fácil. Cada loja tem algo a oferecer e interagir, o que é um dos pontos fortes de "Dead Rising". A roupa manchou de sangue? Que tal escolher uma social na vitrine ao lado? Mais cômico ainda é entrar na loja de roupas juvenil e sair matando zumbis com capacete de "Mega Man" ou com apetrechos femininos. Há várias referências a sucessos da Capcom, incluindo "Resident Evil".

Fora esse lado fashion, uma incrível quantidade de itens pode ser usada como arma. Dê um chute inocente em uma bola de futebol e se prepare para rir com um "strike" de zumbis. Frigideira da lanchonete? Serve. Aproveite para jogar o vidro de óleo de fritura no chão e ver morto-vivos deslizarem. Outros itens óbvios e outros nem tanto: pesos de ginástica, ursinho de pelúcia, guarda-chuva, moto-serra, vaso de plantas, caixa registradora, caixinhas de CDs, latinhas de refrigerante, banco do shopping, taco de beisebol etc. Obviamente, a eficiência da arma está relacionada ao tipo de objeto: a faca é mais potente que um golpe com um manequim, por exemplo.

Há também itens que rendem poderes especiais ou que recuperam energia, individuais ou que podem ser combinados. Pizza crua repõe energia, mas colocada no forno microondas a cura será maior. Misture também itens no liquidificador para criar vitaminas que fazem, por exemplo, West ter o fôlego de um fundista ou ficar invencível durante um tempo determinado.

Sendo fotojornalista, o aprendiz de super-herói não é exatamente letrado no manuseio de espadas de samurais ou mesmo adepto de radicalizar no skate. Felizmente o shopping tem livrarias. Carregar na bagagem de itens livros vinculados a objetos faz com que o tempo de vida útil de uma arma aumente ou que se libere truques. No caso do skate, West ganha conhecimento para fazer manobras. Mais uma das boas sacadas de "Dead Rising".

Zumbi de calcinha? Ui!!

Tudo é de graça, mas West precisa de espaço para carregar tantas compras. No começo da aventura isso se torna um grande transtorno, mas pode ser resolvido com um quesito que todo aspirante a super-herói precisa: prestígio, a moeda corrente em "Dead Rising".

Há várias maneiras de conseguir "Prestige Points", ou "PP". As principais são: matando zumbis, completando os casos propostos e documentando o horror com boas fotografias - lembre-se que West tem uma história a cobrir. Atingir um determinado número de "PP" faz o personagem subir de nível e, consequentemente, aumenta a barra de energia e a quantidade de itens que se pode carregar, além de destrava novos golpes.

Uma dica para os fotógrafos amadores. Nem sempre são as cenas de horror que rendem mais pontos. Fotos dramáticas, cômicas e sensuais são bem vindas. Afinal, nada mais sexy que uma zumbi de calcinha, certo? West é jornalista freelancer e gosta de deixar isso claro a todos que encontra durante o game - possivelmente, venderá algumas dessas fotos para tablóides. A bateria da câmera também não é infinita, mas há lojas especializadas em material fotográfico no shopping. Faça uma visita.

Um shopping cheio de vida

Esqueça nevoeiros, becos escuros e árvores decrépitas. As freqüentadoras do shopping de Monroeville não têm aparência digna da Playboy, é verdade, mas, tirando o "pequeno" detalhe dos mortos-vivos, se trata de um lugar agradável e colorido, o oposto de cenários de séries como "Silent Hill" e "Resident Evil". Cinema, lojas infantis, praça de alimentação, restaurantes temáticos e até mesmo o estacionamento são bem detalhados e dão a sensação de um shopping de verdade. Um visual que faz jus a uma nova geração de consoles.

A modelagem de Frank West e de alguns personagens principais também impressionam pela riqueza de detalhes. O mesmo não se pode dizer dos zumbis, que são visivelmente inferiores. Algo totalmente compreensível dada a quantidade deles na tela. E se por um lado eles não são detalhados, não dá para reclamar da falta de variedade. Os mais atentos certamente vão notar que "hummm, eu já matei esse aqui antes". Mas no calor da ação, a sensação é de uma multidão de indivíduos, cada qual com sua roupa e, digamos, personalidade, se é que zumbi tem uma. Um feito importante dado à proposta do jogo de apelar na quantidade. Há sempre um defeitinho menor, alguns característicos de jogos 3D - como o daquele objeto que atravessou a parede sólida. O mais sério é o das legendas dos diálogos em texto que, em TVs convencionais, são quase ilegíveis. Mas, na soma, os problemas não tiram o brilho do trabalho na parte gráfica.

Da mesma forma que o excesso de zumbis repetidos teria prejudicado o contexto visual, sons repetidos ou similares para a absurda quantidade de itens seriam um tiro no ouvido. "Dead Rising" rufa tambores no quesito sonoro. Cada arma, item ou ação tem seu som apropriado, realçados ainda mais no caso de o jogador ter um sistema de som digital 5.1. O efeito sonoro remete diretamente ao objeto, seja esse o som abafado de um boneco de pelúcia batendo num corpo ou o de uma faca deslizando rapidamente pelo ar ou ainda nas explosões das armas de fogo.

Exceto em algumas cenas especiais, a música é quase inexistente. No entanto, escuta-se o zunir do vento nas áreas externas e há aquela musiquinha de fundo típica de shoppings, com direito a interrupções para comunicados de tempos em tempos. Apesar da embalagem de "superprodução", não há atores famosos na dublagem dos personagens. West tem aquele jeitão de convencido, como se todos lhe devessem uma explicação - o que, às vezes, soa cômico. As melhores atuações nas vozes são as dos dubladores dos psicopatas, mas todos fazem bem o seu trabalho.

"Frank, o Cafetão"

"Dead Rising" é para um jogador, então não espere ajuda de amigos para matar zumbis. O aprendizado é rápido, mas é preciso se acostumar aos comandos. Um erro comum é atender o walkie talkie, pelo qual você recebe orientações da posição de sobreviventes, e deixar acidentalmente um item do seu inventário por não ter apertado precisamente "direita" no direcional.

A aventura dura pouco mais de 15 horas e é impossível conseguir todas as conquistas ("achievements") em uma única jornada. Sem falar que o estilo aberto à la "Grand Theft Auto" estimula a exploração do ambiente. Para isso, o jogo oferece os modos extras "Overtime", que soma um dia a mais às 72 horas e o "Infinite", sem limite de dias, mas que não possibilita subir o nível do personagem.

A lista de conquistas - que rendem até 1000 pontos ao seu perfil no Xbox 360 - inclui objetivos básicos e outros divertidos como "O Fotojornalista", liberado ao se conseguir 1.500 PP com uma única foto; "Genocida de Zumbis", para quem matar o equivalente à população da cidade, ou seja, exatos 53.594 zumbis; e "Frank, o Cafetão", título para quem conseguir resgatar oito mulheres simultaneamente. Aviso para aqueles que forem pesquisar lista de conquistas em sites especializados na internet: ela acidentalmente revela eventos futuros do enredo. Problema que não acontece ao se consultar pelo menu do jogo.



Em breve mais.

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Re: Todos jogos de zumbis pra PC.

Mensagem por Herman em Sab Fev 07, 2009 9:34 pm

Cara Dead Rising tem pra PC?? tem certeza??
vou baixar também o city of the dead

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Re: Todos jogos de zumbis pra PC.

Mensagem por |Neto| em Sab Fev 07, 2009 9:44 pm

Sim, um amigo meu me mandou o link esses dias, mas não rodou no meu PC. Y-Y

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Re: Todos jogos de zumbis pra PC.

Mensagem por |Neto| em Sab Fev 07, 2009 9:54 pm

Continuação

Resident Evil 4

Resident Evil 4 é um jogo de ação em terceira pessoa com elementos de tiro e um enredo de arrepiar, elementos que constituem um gênero conhecido com "horror survival". Este título, inclusive, foi consolidado pela sua tradicional franquia, que traz novos elementos sem perder os bons aspectos que fizeram dela um sucesso.

O jogador está na pele de Leon, o mesmo protagonista de Resident Evil 2, que agora é um renomado agente da CIA e vai a um bizarro vilarejo situado na Espanha a fim de resgatar a filha do presidente dos Estados Unidos. No entanto, ao chegar lá, ele se depara com criaturas nada amigáveis, os chamados Ganados, homens infectados por um vírus que os torna bastante semelhantes a zumbis, mas com capacidade de correr e usar armas, por exemplo.

Devido às suas habilidades, os novos inimigos exigem maior dinamismo do jogador, coisa que os comandos novos permitem bem. Em RE4 há um novo sistema de mira, que fazem com que o jogador tenha maior controle e precisão ao atirar. A câmera agora tem uma nova perspectiva, situando-se sempre sobre o ombro do protagonista.

Fãs da série e do gênero devem obrigatoriamente ter este título, e mesmo àqueles que não estão familiarizados com a franquia, Resident Evil 4 é recomendado.

[img][/img]

Dead Island

Dead Island é um jogo de tiro em primeira pessoa que mistura elementos de terror, ação e aventura em uma fórmula conhecida como survival horror. O título é um dos primeiros e únicos a utilizar zumbis como tema principal em um FPS (jogo de tiro em primeira pesssoa).

Em Dead Island, o jogador assume o papel do único sobrevivente da queda de um avião, acordando em uma ilha bastante misteriosa. Entrentanto, o protagonista logo descobre que sua mulher, que também viajava naquele vôo, está desaparecida. Na esperança de encontrá-la, ele vasculha a ilha e descobre que ela está infestada por zumbis — agora, a luta passa a ser pela sobrevivência.

uma das principais características de Dead Island é o fato dos zumbis deformarem em tempo real. A cada golpe desferido, portanto, é possível ver novas e diferentes deformações no corpo dos mortos-vivos. Além disso, tudo pode — e deve — ser utilizado para ajudá-lo a sobreviver, seja como arma ou como ferramenta para a resolução de algum quebra-cabeça.



Grand Theft Auto: Long Night

GTA Long Night Zombie City é um MOD para GTA Vice city que transforma a cidade inteira em uma Racoon City e, os pedestres, em Zumbis que te atacam com mordidas e braçadas.

O MOD muda completamente o jogo, tem mais de seis personagens jogáveis, nova história, mais de 20 missões originais, vários finais diferentes e tudo o que Resident Evil Outbreak poderia ter sido, mas não foi.

Link
Arrow http://downsbrasil.nireblog.com/post/2008/08/12/novo-gta-long-night-zombie-city


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Re: Todos jogos de zumbis pra PC.

Mensagem por Passos em Seg Mar 02, 2009 11:36 am

Que saiba não tem e nem terá versão para pc.
Já vão lançar dead rising 2.

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Re: Todos jogos de zumbis pra PC.

Mensagem por Passos em Seg Mar 02, 2009 11:38 am

Obs:
Adiciona pra lista shellschok 2.
Muito bom.

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Re: Todos jogos de zumbis pra PC.

Mensagem por eRRoR em Seg Mar 02, 2009 2:18 pm

passos cuidado com o flood(post duplo)

vlw neto Verry GooD

lista de games muito boa

5. Proibido flood e posts duplos, triplos etc. Entenda-se por flood o ato de "conversar" dentro do tópico com outro(s) membro(s) assuntos que não tem nada a ver com o tópico, postar somente risadas, colocar somente um smilie, ou somente uma palavra.
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Re: Todos jogos de zumbis pra PC.

Mensagem por Passos em Seg Mar 02, 2009 2:24 pm

2 idéias diferentes sendo que além de lembrar depois se referia a outro jogo.
Não foi flood

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Re: Todos jogos de zumbis pra PC.

Mensagem por ph0b05 em Seg Mar 02, 2009 4:01 pm

po legal o tópico, to baixando a ultima parte do land of the dead, espero q rode bem no notebook!

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Re: Todos jogos de zumbis pra PC.

Mensagem por eRRoR em Seg Mar 02, 2009 4:22 pm

Nossa o.O

mauz ae então é q to acustumado em fazer isso(tbm so adm de forum)......

não vou postar o link aqui pq deve ser proibido =P

vou procurar o dead rising e o land of the dead pra baixar =P

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Re: Todos jogos de zumbis pra PC.

Mensagem por Herman em Seg Mar 02, 2009 4:50 pm

eRRoR escreveu:Nossa o.O

mauz ae então é q to acustumado em fazer isso(tbm so adm de forum)......

não vou postar o link aqui pq deve ser proibido =P

vou procurar o dead rising e o land of the dead pra baixar =P

sim todo mundo faz isso por isso que boto a msgenzinha embaixo huauhauhauh

que link? se for link direto tipo do rapidshare não pode, mas se quizer indicar o site que tem, a vontade.

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Re: Todos jogos de zumbis pra PC.

Mensagem por eRRoR em Seg Mar 02, 2009 6:47 pm

não consigo me acustumar com as imagenszinhas q informam que tem novas mensagens na seção =P

pra mim elas são iguais

vou procurar la se achar uns que prestem e sejam confiaveis eu posto

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Re: Todos jogos de zumbis pra PC.

Mensagem por Passos em Seg Mar 02, 2009 7:31 pm

eRRoR escreveu:Nossa o.O

mauz ae então é q to acustumado em fazer isso(tbm so adm de forum)......
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